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Obrigado Senhor Por Nossas Mamães

Obrigado, Senhor, por nossas mamães!

Em uma cidade do interior, havia uma jovem chamada Maria. Ela foi criada por sua mãe, até que foi para a universidade que ficava em outra cidade. Mas, através da influência de muitas amigas, ela se tornou muito espertinha, deixando de lado os ensinamentos que obteve de sua mãe enquanto ainda morava no interior.

Passados dois anos de sua mudança, decidiu visitar sua mãe. Então, escreveu-lhe um telegrama avisando-a de sua chegada de trem, na estação, em um determinado dia e horário. Mas, na ocasião, trouxe consigo uma de suas sofisticadas coleguinhas que também se julgava a tal.

Na estação, sua mãe aguardava ansiosamente por sua chegada. Seu coração palpitava com grande alegria pela visita de sua linda e amada filha. Aqueles minutos de espera pareciam horas, de tanta expectação. Logo, quando o trem se apresentou, ela já a procurava com seus olhos brilhantes por toda a locomotiva, a fim de encontrá-la.

Porém, quando a amiga de Maria viu ainda ao longe aquela mulher que procurava por alguém na estação, interrogou Maria com grande indignação!

_ “Eu gostaria de saber. Quem é aquela velha coisa de aparência lamentável”?

Já que aquela mãe tinha sua face toda cheia de cicatrizes, e suas mãos todas queimadas, tendo uma aparência terrível, velha, e se via horrível.

Então Maria, que estava com vergonha de sua mãe, lhe respondeu:

_ “Eu não sei. Eu não sei quem é ela”.

Mas, sua mãe, logo que certificou que o trem parara, quando viu sua filha, correu até ela e lançou seus braços ao seu redor, e começou a beijá-la, já que seu coração de mãe já não aguentava de tanta saudade!

De uma forma lastimável, sua filha lhe empurrou, dizendo:

_ “Eu não lhe conheço. Você se enganou de pessoa”, porque ela não queria estar afiliada com tal pessoa que alguém riria e zombaria dela.

Mas, ali perto, um condutor do trem observava aquela cena. E imediatamente agarrou aquela mocinha pelo ombro, e disse:

 _ “Que vergonha, sua miserável! Eu me lembro muito bem do que aconteceu”.

 E as pessoas se reuniram para ouvir o que havia acontecido. Ele segurou a moça assim, e disse:

_“Esta mocinha, quando ela não tinha nem seis meses de idade, estava em seu bercinho nos quartos em cima. E sua preciosa mãe, era a mulher mais linda que eu já vi”, disse o velho condutor:

_ “A casa pegou fogo enquanto sua mãe estendia roupas. E todos os vizinhos correram, gritando, eles tinham visto aquilo. A mãe não tinha notado aquilo. Foi no lado da varanda da casa. E as labaredas haviam tomado conta, e subiam para o ar”. E disse:

_“Eles não puderam segurar aquela mãe fora de si. O seu bebê estava lá em cima!” E disse: _“Todos gritaram: ‘Você não pode penetrar naquelas chamas!’ Mas, ela agarrou o lençol que estava em sua mão, que estava pendurando, e era um lençol molhado. E ela o jogou ao redor de si, e através das chamas ela foi, e subiu as escadas, não pensando em seu próprio perigo. Então, quando ela chegou ali, ela sabia que não podia enrolar o lençol em si mesma para voltar. Mas, para salvar a beleza da sua filha que a seguiria, ela enrolou o neném no lençol, e correu através das chamas, com sua face e mãos e braços descobertos. E aquilo queimou a carne do seu corpo, e contraiu o rosto até os ossos, e a desfigurou, queimou o seu cabelo e tudo até chegar aos ossos de seus dedos”. Disse:

_“Ela ficou feia, para que você pudesse ficar bonita. Ela foi privada da sua beleza, ela foi privada de tudo que ela tinha, para poder salvar você. E então você fica com envergonha desta preciosa mãe?”

Assim, a jovem Maria, envergonhada por sua atitude, percebeu o tamanho de sua ingratidão por sua doce e amável mãe, que se doou por amor a ela.

Infelizmente, hoje, muitos são os filhos também que, por ingratidão, não reverenciam suas amáveis mães. Mulheres que perderam noites de sono e a própria saúde para ensiná-los o correto, pois uma mãe verdadeira sempre coloca o bem-estar de seus filhos à frente de seus próprios interesses.

Mas, nós, cristãos desta hora, temos aprendido que isso não se faz, não por um cristão ou uma cristã que ama a Palavra de Deus. Os filhos que amam a Palavra, amam também a suas preciosas mamães, respeitando-as, pois sabem que isso é mandamento do Senhor. A Palavra nos ensina que os filhos devem “honrar pais e mães, como ordenou o Senhor, o teu Deus, para que tenhas longa vida e tudo lhes vá bem na terra que o Senhor, teu Deus, te dá.”

Nossas mamães são merecedoras de honra, mas não por meio de palavras apenas. Não somente em uma data especial, mas todos os dias, com atitudes de amor, respeito, obediência e gratidão, pois sabemos que foram designadas por Deus para, com amor, cuidar e zelar de nós, em nossa jornada nesta terra.

Esta história foi baseada nos parágrafos 118 ao 126 da mensagem UM SUPER SINAL, pregada por William M. Branham, em  27 de dezembro de 1959 Jeffersonville – Indiana – E.U.A.